O número de golpes cometidos por meio de falsos leilões na internet saltou durante o período da pandemia, de acordo com dados da Aleosp (Associação dos Leiloeiros Oficiais do Estado de São Paulo).
Centenas de páginas virtuais usam nomes de seguradoras de veículos, departamentos de trânsito nacional, estaduais e municipais, de bancos públicos e de leiloeiros oficiais, causando prejuízos significativos aos compradores.
Desde 2019, 2.000 sites falsos foram identificados. Somente em 2021, foram relatados 1.063 que forjavam leilões, número que é o dobro do que havia sido descoberto em 2020 (510). De 2016 a 2019, 420 endereços virtuais foram localizados. A tendência demonstra que esse tipo de crime vem se tornando mais frequente.
Segundo o portal Notícias R.7, o próprio presidente da associação, leiloeiro Sérgio de Freitas, teve seu nome usado indevidamente para um leilão que não existia de fato.




