O governo de Gilson de Souza (DEM) enfrenta pelo menos quatro contestações, do Tribunal de Justiça e da Procuradoria-Geral de Justiça do Estado de São Paulo, relacionadas aos cargos comissionados criados na gestão do atual prefeito.
No Tribunal de Justiça, há uma ação que pode extinguir 225 cargos em comissão da Prefeitura. A alegação é de que em todos eles as nomenclaturas não são condizentes com as atribuições.
As constituições Federal e de São Paulo determinam que cargos em comissão só podem ser ocupados em funções de assessoramento, chefia e direção.
Nas funções contestadas no Tribunal de Justiça ficam claras as atribuições técnicas, o que enseja ocupação por servidores de carreira.




