Dados da Organização Mundial da Saúde mostram que as infecções hospitalares são 5 a 20 vezes mais frequentes nos países em desenvolvimento.
Apesar disso, pouco se sabe sobre o impacto desses agravos no Brasil.
Essa é uma lacuna importante, pois recente estudo europeu identificou que seu impacto sobre morbidade e mortalidade supera aids, influenza (gripe) e meningites.
Estudos conduzidos na Faculdade de Medicina de Botucatu/Unesp (FMB), isoladamente ou em cooperação com outras instituições, estão ajudando a revelar a nova face das infecções hospitalares no país.




