Enquanto alguns defendem a liberdade de ir e vir, outros defendem a necessidade de se manterem vivos.
Enquanto alguns acreditam que a abertura dos estabelecimentos que oferecem atividades essenciais não prejudica as pessoas, outros acham um absurdo a possibilidade de aglomeração e mais contaminação.
A população está dividida numa guerra de narrativas contra a abertura dos estabelecimentos ou a favor da abertura do que consideram essencial.
O poder público municipal, responsável pelas normas, justifica a adoção das medidas como uma necessidade de defender vidas.
A Prefeitura alega também que o dinheiro é finito e chegará um momento em que todo o dinheiro do mundo não vai dar conta de instalar leitos ou hospitais.




