À medida que a temperatura aumenta a desidratação e a insolação também se tornam mais frequentes. Por isso, os cuidados com a ingestão de líquidos devem ser redobrados.
Segundo Adriana Stavro, nutricionista Mestre pelo Centro Universitário São Camilo e com curso de formação em Medicina do Estilo de Vida pela Universidade de Harvard Medical School, a desidratação ocorre quando o corpo perde mais fluidos do que ingere, comprometendo diversas funções essenciais, como a termorregulação, a eliminação de resíduos, a lubrificação das articulações e o transporte de nutrientes.
O equilíbrio hídrico é regulado com precisão no metabolismo. Estudos recentes sugerem que, mesmo uma leve desidratação — uma perda de água corporal de 1 a 2% — pode ter consequências negativas para a saúde, como cefaleias, irritabilidade, diminuição do desempenho físico, redução da função cognitiva, fraqueza nas extremidades, hipotonia dos globos oculares, hipotensão ortostática e taquicardia.
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