
A disseminação de sistemas de teletrabalho, desde o início da pandemia, alterou o cálculo de profissionais, corporações e países quanto a novas oportunidades de mobilidade global.
Só no Brasil, de 13 a 19 de setembro, 10% da população ocupada, ou 7,8 milhões de trabalhadores, atuava profissionalmente via teletrabalho, conhecido como home office, segundo o IBGE. Em julho, eram 8,4 milhões de trabalhadores nessa situação.
A ameaça sanitária e o fechamento de fronteiras também promoveram a repatriação de técnicos e executivos estrangeiros para seus países de origem, de onde seguiram atuando junto às ex-equipes, agora à distância.




