Cristiane Mendes é oncologista do InORP Oncoclínicas. (foto Divulgação)
O clima quente com o registro de temperaturas altas, comuns ao período do verão em regiões como o interior de São Paulo, exige que os idosos adotem cuidados especiais para a prevenção do câncer de pele por meio da proteção das partes mais expostas ao sol como rosto, pescoço e orelhas.
De acordo com o INCA (Instituto Nacional do Câncer), para o triênio (2020-2022) são esperados mais de 185 mil novos casos de câncer de pele no Brasil – sendo 176.930 do tipo não-melanoma e 8.450 do tipo melanoma, mais agressivo.
A oncologista Cristiane Mendes, do InORP Oncoclínicas, alerta que os cuidados são simples, necessários e eficazes, podendo ser adotado facilmente na rotina. “O objetivo é criar uma barreira entre a pele e os raios solares, para diminuir o dano direto provocado pela radiação. Como não temos mais horário de verão, consideramos evitar exposição prolongada ao sol entre 9-16h, usar protetor solar no mínimo de fator 30, usar roupas de manga comprida, óculos de sol e protetor labial”, afirma a médica.




