A denúncia feita contra o prefeito Gilson de Souza (DEM), na terça-feira passada, deve naufragar na Câmara dos Vereadores.
Isso porque a maioria entende que não há sustentação na acusação que justifique a abertura de uma Comissão Processante.
A denúncia se baseou no artigo 4º do Decreto-Lei 201/67, que diz: “São políticas político-administrativas do prefeito municipal, sujeito a julgamento da Câmara, com a cassação do mandato, omitir-se ou negligenciar-se na defesa de bens, rendas, direitos do município”.
Extraoficialmente, vereadores já reconhecem que a falta de fiscalização no Centro de Franca ocorre por um problema jurídico e que o prefeito tem buscado formas de resolver a situação.
Até mesmo integrantes da oposição já reconhecem que não votarão pela abertura da comissão.
Na terça-feira, quando haverá sessão na Câmara, o pedido de abertura de Comissão Processante será lido, mas precisará da adesão da maioria dos presentes para vingar.
Caso ela seja aberta, e for encontrada culpa no prefeito, a comissão poderia indicar até a cassação de Gilson mas isso, por ora, parece distante da realidade.



