Mais de cinco anos se passaram
desde que uma das maiores tragédias tomou conta da cidade de Santa Maria, no
Rio Grande do Sul, quando o incêndio na Boate Kiss deixou 242 mortos, na
maioria jovens na faixa dos 20 anos.
Para levar ao público detalhes
deste episódio terrível, o jornalista e escritor de Barretos, Victor Borges, lançou,
em maio deste ano, o livro Santa Maria – A Tragédia da Boate Kiss, publicado
pela editora Anjo, de São Paulo, com 189 páginas.
Na madrugada de 27 de janeiro de 2013,
o vocalista da banda Gurizada Fandangueira cantava o refrão do hit Amor de
Chocolate e acendeu um sinalizador, uma espécie de fogo de artifício. Uma
fagulha atingiu o teto da casa noturna, revestido com forro acústico de
poliuretano, e em segundos, o fogo se espalhou. Ao todo, o episódio deixou
cerca de 680 pessoas feridas.
A
tragédia foi considerada a quinta maior no Brasil em número de vítimas e a
maior do Estado do Rio Grande do Sul. Até hoje, o crime continua impune.
Familiares e amigos dos jovens que morreram queimados ou asfixiados, na sua
maioria, ainda pedem por justiça. Eles querem que os 28 responsáveis sejam
condenados criminalmente.




