O prazo para que os partidos seu destino está afunilando e o período de início da campanha eleitoral se aproxima. Foi definido pela justiça eleitoral que os candidatos poderão pedir voto a partir do dia 15 de agosto próximo e terão 45 dias para convencer os eleitores a escolhê-los.
O problema é que, tão próximo ao prazo, há muitas especulações e poucas definições. Fato é que alguns partidos têm se tornado os mais cobiçados pelos grupos mais fortalecidos para compor alianças.
É o caso de PTB e PPS. Juntos, eles têm hoje três vereadores, ou seja, um quinto da Câmara Municipal, o que significa boas coligações no âmbito proporcional, e forte representatividade na Câmara Federal, o que garante precioso tempo no Horário Eleitoral Gratuito para o majoritário, ou seja, os candidatos a prefeito.
No caso do PTB, a disputa está entre o PSB e o PDT. Ambos terão candidatos a prefeito e desejam contar com os pré-candidatos e ou tempo de televisão da legenda. Na terça-feira, por pouco o martelo não foi batido com o PDT. Isso só não ocorreu porque o presidente do PTB em Franca, César Mamede, barrou a aliança “por ora”.
Já o PPS, partido dos vereadores Marco Garcia, presidente da Câmara Municipal, e Zezinho Cabeleireiro, é disputado pelo PSDB, para compor com o pré-candidato do partido, Sidnei Rocha, mas sem a vice-prefeitura, como era desejado, e pelo PSB.
Neste caso, o atrativo maior é que, além de poder disputar o espaço de vice, que no caso seria de Marco Garcia, há a possibilidade de fechar no proporcionar, dando mais chances de eleição ao próprio Marco, se não for vice, e a Zezinho, já que a chapa do PSB é tida, ao lado das fileiras do PSDB, como uma das mais fortes. O diferencial é que os tucanos teriam descartado coligar no proporcional.



