Correr está associado a um risco significativamente mais baixo de morrer por qualquer causa, independentemente do tempo dedicado à atividade, diz um estudo publicado no British Journal of Sports Medicine.
Se mais pessoas fizessem esse exercício — e elas não precisariam ir muito longe nem muito rápido —, a saúde populacional e a longevidade sofreriam grandes impactos, sustentam os pesquisadores, da Universidade de Victoria, na Austrália.
Ainda não estava claro o potencial da corrida de reduzir o risco de morte por qualquer causa e, principalmente, por doenças cardiovasculares e câncer, disseram os autores do estudo. Também não se sabia quanto tempo uma pessoa precisaria correr para colher benefícios em potencial, tampouco se aumento da frequência, da duração e do ritmo da atividade poderia ser ainda mais vantajoso.




