‘Índice de infelicidades’ dos brasileiros está diretamente ligado à inflação e desemprego
O sentimento de bem-estar do brasileiro, medido pelo “índice de infelicidade” -soma das taxas de inflação e de desemprego- atingiu no primeiro trimestre deste ano o pior patamar em cinco anos.
Nos três primeiros meses deste ano, quando o país passava pela segunda onda da pandemia do novo coronavírus, o índice atingiu 19,83%, mesmo nível desde o terceiro trimestre de 2016, quando o Brasil enfrentava uma recessão.
O levantamento, feito pelo economista Daniel Duque, do Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas), também aponta que o Brasil aparece na segunda pior posição do ranking de infelicidade, atrás apenas da Turquia, com 26,28% (quanto mais alto, pior).




