
O casamento comunitário de 22 casais, promovido pelo Fundo Social da Prefeitura de Ribeirão Corrente teve seu brilho prejudicado pela ineficiência da CPFL.
A empresa deixou a cidade por 1h40 na noite do dia em que ocorreu a cerimônia, sem energia elétrica. O casamento na Igreja de Santa Cruz sofreu atraso e mesmo depois da longa espera, a cerimônia foi realizada a luz de velas.
O romantismo da “luz de velas” não foi porque assim foi programado, mas porque realmente a cidade ficou às escuras por quase duas horas, justo no período em que ocorreria a cerimônia, prevista para se iniciar às 19h.
“Apesar de toda a emoção de todos, não foi possível segurar a frustração e a revolta com esta situação que vivemos há muitos anos aqui em Ribeirão Corrente”, disse a presidente do Fundo Social de RC, vereadora Aninha Lôbo Montanher.
Na sessão desta terça-feira, na Câmara de Vereadores, onde foi eleita Presidente da Câmara para o ano legislativo de 2016, Aninha Montanher desabafou. “Tivemos uma grande conquista, pois a CPFL foi obrigada a fazer investimentos de R$ 1 milhão depois que a denunciamos à ANEEL e à Promotoria Pública. Mas as obras devem durar eis meses e até lá não sabemos quantas vezes passaremos por este estresse e o quanto as pessoas de Ribeirão Corrente sofrerão prejuízos por estas interrupções de energia”, disse Aninha.

Ouça o desabafo da vereadora:



