
O casamento comunitário de 22 casais, promovido pelo Fundo Social da Prefeitura de Ribeirão Corrente teve seu brilho prejudicado pela ineficiência da CPFL.
A empresa deixou a cidade por 1h40 na noite do dia em que ocorreu a cerimônia, sem energia elétrica. O casamento na Igreja de Santa Cruz sofreu atraso e mesmo depois da longa espera, a cerimônia foi realizada a luz de velas.
O romantismo da “luz de velas” não foi porque assim foi programado, mas porque realmente a cidade ficou às escuras por quase duas horas, justo no período em que ocorreria a cerimônia, prevista para se iniciar às 19h.




