Dados são de pesquisa da Fundação Sedae sobre a região metropolitana
A população negra da região metropolitana de São Paulo foi fortemente impactada no mercado de trabalho durante a pandemia do novo coronavírus.
Isso é o que mostrou um estudo divulgado hoje (29) pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Fundação Seade).
A pesquisa Trajetórias Ocupacionais mostrou que a pandemia fez com que as desigualdades estruturais se acentuassem em um curto período, sendo mais desfavorável para o negro. Nesse período, foi ele quem mais sofreu com o desemprego, o trabalho informal e a menor renda.
No primeiro ano da pandemia, os negros foram fortemente afetados pela crise, com maior dependência de mecanismos de transferência de renda, maior desalento e menor isolamento social devido à necessidade de trabalho presencial.




