Uma iniciativa do
Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) está ajudando a encontrar um lar para
crianças que tinham dificuldades de encontrar famílias interessadas na fila da
adoção.
O projeto “Adote um
boa-noite” divulga a imagem e o perfil de crianças e adolescentes cadastradas
nas varas da Infância e Juventude do estado e que até hoje não
tiveram nenhuma demonstração de intenção para serem adotados.
O juiz Iberê de Castro Dias, um dos responsáveis pelo projeto,
conta que em um ano já foram concluídos quatro processos de adoção e 17 estão
em andamento. Para ele, os números mostram que a inciativa tem dado certo. O
magistrado explica que o processo de adoção envolve diversas etapas, com prazos
estabelecidos em lei. “O processo de adoção para ser feito com todas as etapas,
com calma, como deve ser, demora mais de um ano”, afirma.
Esse tempo é
importante, de acordo com Dias, para garantir a adaptação entre a criança e a
família e evitar problemas no futuro. “Não adianta tentar apressar e depois, lá
na frente, a adoção dar errado. A gente tem que ter sempre muita
calma para diminuir o risco de dar errado”.




