Por causa do tempo seco,
que favorece a proliferação de fungos e ácaros, e pela baixa umidade do ar, que
potencializa o acúmulo de poeira e poluição, o inverno acaba trazendo algumas
doenças junto com o frio. Uma delas é a alergia ocular, um problema que atinge
aproximadamente 20% da população brasileira, segundo dados do Conselho
Brasileiro de Oftalmologia.
Sua principal forma de manifestação é
a conjuntivite alérgica que, diferentemente das versões viral e
bacteriana, não é contagiosa. Ainda assim, é importante ficar de olho, já que
os sintomas são bem parecidos: vermelhidão, coceira, irritação, lacrimejamento,
inchaço, desconforto e maior sensibilidade à luz.
Segundo Sergio Felberg, membro do
CBO, normalmente os pacientes que desenvolvem esse tipo de alergia possuem
quadros anteriores de rinite, sinusite ou dermatite alérgica. E os estopins
para crises de todas essas encrencas costumam ser os mesmos – ácaro, mofo,
perfume… “O primeiro passo a se tomar é evitar contato com as substâncias que
causam irritação”, recomenda.
Algumas dicas
práticas para evitar os gatilhos da reação alérgica são:




