
O IPEM – Instituto de Pesos e Medidas – já chegou a ter um posto em Franca, mas há mais de 10 anos o pessoal que atuava aqui, no Conjunto Champagnat foi transferido para Ribeirão Preto,onde tem 21 técnicos e 4 administradores para atender Ribeirão, Franca e mais (acreditem!) 54 municípios.
Apesar de ter excelentes opções de compra de gêneros de primeira necessidade em Franca, ainda há milhares de francanos que preferem fazer suas compras em Ribeirão Preto, aproveitando até para um passeio em família.
Mas para aqueles que escolhem a vizinha cidade para suas compras, fica o alerta: segundo o IPEM, ao menos três grandes redes que têm lojas em Ribeirão (uma delas também em Franca), alguns produtos colocados em suas gôndolas apresentam irregularidades.
O “arrastão” do IPEM foi feito na Capital e no Interior, sendo que Franca, mais uma vez, ficou de fora do levantamento (a cidade não teve fiscalização também no arrastão do período de Páscoa).
A última ação do órgão em Franca foi em postos de combustíveis, com a descoberta de irregularidades em um estabelecimnto da Rodovia Tancredo Neves (Franca-Claraval) que teve duas bombas lacradas.
Ribeirão Preto
Em seis estabelecimentos de Ribeirão Preto, o “arrastão” encontrou irregularidades em três estabelecimentos, com 3 produtos irregulares, sendo multados dois.
Os fiscais fiscalizaram 53 produtos. No Atacadão – que tem loja em Franca – e portanto, o produto pode estar a venda aqui, pois os itens são comprados em grande quantidade e distribuídos para as diversas lojas do Estado, a irregularidade foi constada no Bacon inteiro, marca Sadia.
O produto da loja localizada na Avenida Henri Nestlé, Jardim Palmeiras (às margens da Anhanguera) apresentou falta de indicação quantitativa nos produtos cárneos no ponto de venda ao consumidor final.
No Extra, na Avenida Presidente Vargas, Jardim América (região do Ribeirão Shopping)


Além da Capital São Paulo, a operação passou pelas cidades de Araçatuba, Araraquara, Bauru, Campinas, Marília, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, São Carlos, São José do Rio Preto e Sorocaba.
A ação teve como objetivo fiscalizar se o peso indicado e a indicação quantitativa constante na embalagem efetuada pelo ponto de venda de itens pré-medido, ou seja, pesados sem a presença do consumidor, estavam em conformidade.
No Estado, a operação avaliou 572 produtos (aves, carnes, pescados in natura, frutas, produtos panificados, bolos, doces, derivados de queijos etc), dos quais 55 (10%) apresentaram irregularidades metrológicas na embalagem.



