A possibilidade de abertura de uma “janela” para troca de partido sem o risco de perda de mandato, em março do próximo ano, movimenta os bastidores da política nacional e estadual.
E chega também a Franca, onde vereadores e presidentes dos diretórios municipais dos partidos têm mantido muitas conversas para viabilizar as mudanças “de lado”. Nos bastidores, a expectativa é que até um terço da Câmara, ou cinco vereadores, busquem uma nova legenda.
As trocas ocorrem, basicamente, por dois motivos: divergências políticas entre os vereadores e suas legendas ou por conveniência política. No primeiro caso, está por exemplo Donizete Mercúrio, do PSDB.
Ele teve de responder a um procedimento interno após votar junto com o governo no projeto de regulamentação dos mais de 300 funcionários comissionados da Prefeitura, indo contra a orientação dos tucanos de fechar questão e votar contra. O processo interno não deu em nada, mas causou desgaste. DEM, PSB, Podemos e PR já manifestaram interesse em ter Donizete em seus quadros.




