Os advogados do empresário italiano Marco Rino
Mazzuocollo, de 42 anos, acusado de matar o fabricante de joias, Giovanni
di Gianni, de 76 anos, em Franca, no ano de 2011, solicitaram acrescentar no processo outra
testemunha.
O juiz da 3ª Vara Criminal do Fórum de Franca,
doutor Alexandre Semedo de Oliveira deferiu, e os advogados da defesa têm o
prazo de 10 dias para colocar a testemunha nos autos do processo.
Durante
a audiência de ontem, o delegado, investigadores da Polícia Civil, o filho e a viúva
do empresário foram ouvidos. O italiano retorna para o presídio de Itaí, no
interior do Estado e aguarda outra audiência.
O crime
O corpo do empresário de joias Giovanni di Gianni, de 76 anos, foi encontrado por familiares dentro do escritório onde ele trabalhava, no Centro de Franca.
De acordo com a Polícia Civil, havia lesões na cabeça e no rosto. A hipótese trabalhada pela polícia para a motivação do crime é latrocínio, que é roubo seguido de morte.
Diamantes e outras pedras preciosas foram levados do escritório do ourives e não havia sinais de arrombamento no local, o que levanta a suspeita de que a vítima conhecia o agressor.
O acusado foi apontado como o principal suspeito do assassinato, porque além de ser também do ramo de joias, foi visto entrando no escritório de Giovanni di Gianni no dia de seu assassinato. Além disso, após a morte do empresário, o italiano desapareceu, reforçando ainda mais as suspeitas sobre ele.



