Com a falta de apoio do prefeito Gilson de Souza (DEM), mesmo se tratando de uma causa nobre, inclusive e humanitária, a lei de autoria de Adermis Marini (PSDB) que autoriza o Poder Executivo a conceder credencial de estacionamento reservado a portadores de deficiência para instituições e associações assistenciais já está em vigor.
A publicação já havia sido feita no Diário Oficial de Franca em junho, mas foi republicada no Diário Oficial deste sábado, sete de julho. Não foi divulgada a razão para a repetição da publicação, mas fato é que a Câmara dos Vereadores cumpriu com o papel que deveria ser do prefeito, de promulgar a lei e executá-la.
Com a publicação no Diário Oficial do Município, o projeto se tornou lei municipal de número 8709/2018, ratificando a votação dos vereadores, que aprovaram por unanimidade. A lei foi promulgada pelo presidente da Câmara, Donizete Mercúrio (PSDB), já que isso não foi feito por Gilson de Souza.
Apesar de ser um projeto autorizativo e não impositivo e de forte apelo, o prefeito Gilson de Souza tentou, através de sua assessoria e usando seu líder na Câmara, Pastor Otávio (PTB), um adiamento, alegando inconstitucionalidade. A iniciativa foi tão sem nexo que a própria base de Gilson a rechaçou, aprovando o projeto.




