
Esta é uma noite para ser definitivamente esquecida pelos clubes brasileiros que entraram em campo nesta quarta-feira, 09, pela Libertadores.
Corínthians e Palmeiras perderam respectivamente para Cerro Porteño e Nacional-Uru e o Grêmio empatou com o San Lorenzo-Arg. Mas penso que a pior situação é a do Palestra, que além de perder o jogo, ficou sem comandante porque a diretoria achou por bem demitir Marcelo Oliveira.
Estava na cara que mais cedo ou mais tarde isto iria acontecer, pois o time oscila demais e mesmo tendo boas opções no elenco, o técnico não conseguiu dar padrão de jogo ao Alviverde. Com relação ao duelo, os brasileiros caíram na arapuca armada pelos tinhosos uruguaios que fizeram cera e distribuíram pontapés (tanto é que 2 jogadores foram expulsos: Fucile e Léo Gamalho) irritando visivelmente a equipe paulista. Só que o Nacional soube jogar, se fechando na defesa e explorando os erros do Palmeiras. O jogo teve duas bolas na trave, uma para cada lado. Eis algumas razões da derrota palmeirense: nervosismo, cruzamentos em excesso e falta de finalizações de fora da área.
Em Assunção, o Timão errou 50 passes. Claro que as expulsões fazem parte dessa história, mas quando tinha onze contra onze, o time de Tite já errava muito – 35 passes perdidos no primeiro tempo. Quando ficou com um jogador a menos – e depois dois – o Corínthians entregou a bola para o Cerro Porteño jogar e por isso desperdiçou 15 passes na segunda etapa. Os erros foram se repetindo na defesa. Felipe errou na jogada do primeiro gol, por não conseguir bloquear o cabeceiro de Beltrán. E caiu no terceiro gol, de novo contra Béltran, o melhor homem em campo. O resultado obriga a vencer semana que vem em Itaquera.



