Grande maioria das pessoas acredita que com o passar do tempo o sexo não seja mais essencial, mas não, o interesse pelo sexo não diminui com a idade, e, mesmo cercados por preconceito e etarismo, grande parte dos idosos permanecem ativos sexualmente.
Além de prazer, a prática sexual melhora significantemente sintomas de insônia, alivia o estresse e fortalece os músculos do corpo e do assoalho pélvico, por exemplo.
Por outro lado, mesmo que o desejo continue vivo, algumas adaptações podem ser necessárias para manter a prática sexual nessa fase da vida.
Questões físicas, emocionais, hormonais, ou até efeitos causados pelo uso contínuo de medicamentos, podem requerer atenção especial. Só quem apresenta boa saúde física e emocional sente prazer com o sexo. Um idoso sedentário ou depressivo, por exemplo, não prioriza os benefícios causados pela prática sexual.




