O Instituto do Patrimônio Histórico e
Artístico Nacional (Iphan) reconheceu nesta quarta-feira, 19 de setembro,
a literatura de cordel como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro.
A decisão foi tomada por unanimidade
pelo Conselho Consultivo, que se reúne no Forte de Copacabana, no Rio de
Janeiro. “Poetas, declamadores, editores, ilustradores, desenhistas,
artistas plásticos, xilogravadores, e folheteiros, como são conhecidos os
vendedores de livros, já podem comemorar, pois agora a Literatura de Cordel é
Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro”, anuncia o Iphan.
A reunião contou com a presença do
Ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, da presidente do Iphan, Kátia Bogéa e do
presidente da Academia Brasileira de Literatura de Cordel, Gonçalo
Ferreira.
O gênero literário é ofício e meio de
sobrevivência para inúmeros cidadãos brasileiros. Segundo o instituto, apesar
de ter começado no Norte e no Nordeste do país, o
cordel hoje é disseminado por todo o Brasil, principalmente por causa
do processo de migração de populações.




