Quem passa diariamente pela Avenida Francisco José da Silva, a Via Marginal da Rodovia Cândido Portinari, na pista norte, que vai rumo a Pedregulho e Rifaina, já se acostumou com cenas deprimentes.
Fora um lixão a céu aberto, que atrai dezenas de urubus e recebe desde material orgânico a restos de indústrias, como plástico e raspas de couro, moradores de rua fizeram na calçada, do lado oposto ao lixão, uma pequena favela.
Os ocupantes do espaço passam do dia em cadeiras e sofás colocados na calçada, que deveria ser passagem para pedestres, selecionam o que querem do lixo, como materiais recicláveis, armazenam da calçada e dormem por ali mesmo.
O consumo de álcool é comum entre eles, assim como o acúmulo de sujeira e mau cheiro, o que vem trazendo outro problemas para os moradores de um condomínio de prédios que fica próximo, com o surgimento de bichos como ratos, baratas e escorpiões.




