O novo presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Artefatos e Calçados (Ablac), Marcone Tavares, que iniciou sua gestão em janeiro, manteve audiências com os ministros do Turismo, Marx Beltrão, e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, além do senador Renan Calheiros, líder do PMDB, em Brasília/DF, na última semana, quando apresentou a entidade, o perfil do setor (até então desconhecido dos ministros) e os principais pleitos do varejo calçadista.Foto: DINO
As reivindicações visam à melhoria da competitividade do comércio de calçados, que nos últimos anos vem sofrendo com a crise econômica e o aumento de custos, o que impacta diretamente na viabilidade do negócio.
As reivindicações do setor lojista de calçados são desoneração da folha de pagamento (equalização da alíquota do varejo, de 2,5%, com a da indústria, que é de 1,5%), flexibilização do sistema trabalhista, por intermédio da implantação do part time, do contrato por hora trabalhada (e não mensalista) e da regulamentação da lei de cotas (PCD e Menor Aprendiz) pelo mínimo exigido pela Constituição Federal.
Outras reivindicações dizem respeito à área de tributos, em que a Ablac propõe a volta do crédito de ICMS de produtos importados à base anterior de 7% (hoje é de 4%) e o reajuste das faixas de faturamento do Simples Nacional pela inflação.




