
A decisão da Prefeitura de não
aderir ao Saresp (Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São
Paulo, que avalia estudantes dos 3º e 5º anos da rede municipal de ensino)
neste ano foi novamente tema de queixas na sessão da Câmara. Depois da
coordenadora pedagógica municipal Andreia Braguim (veja mais aqui: https://franca.sp.leg.br/node/26780), foi a
vez das munícipes Rejane Barbosa e Margarida Leal usarem a Tribuna nesta terça-feira, 22, a
fim de cobrar a aplicação da prova para os alunos de Franca. Elas fazem parte
do Conselho Municipal de Educação, como representantes dos pais de alunos.
A dupla, primeiramente, rebateu
a justificativa do secretário municipal de Educação, Edgar Ajax dos Reis Filho,
de que o município continua a ser avaliado pela Prova Brasil, pois esta
metodologia é aplicada a nível nacional, ou seja, é muito ampla. Já o Saresp,
restrito ao estado de São Paulo, reflete melhor a realidade de Franca.
Além disso, Rejane e Margarida
informaram que, das 28 escolas de Franca que prestaram o Saresp em 2018, treze
(ou 46%) delas caíram nos resultados do 5º ano em Língua Portuguesa e
Matemática, se comparados aos do ano anterior.




