
Gestantes e mulheres com filhos de até 12 anos presas provisoriamente por tráfico de drogas em Minas serão mapeadas pela Defensoria Pública do Estado. Após obter os dados, o órgão irá pedir a prisão domiciliar delas, conforme habeas corpus concedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), na última quarta-feira. Também serão beneficiadas mães condenadas em segunda instância, mas que ainda podem recorrer da sentença.
Em fevereiro, o Supremo já tinha determinado a liberação de detentas grávidas ou mães, desde que não estivessem nas cadeias por crimes graves ou acusadas de atentados contra a vida do próprio filho. Porém, segundo o coordenador da área criminal da Defensoria Pública, Fernando Camargos, somente 67 mulheres das 500 nessas condições que solicitaram o regime domiciliar foram atendidas.




