Se entre junho de 2015 e outubro deste ano, nenhuma empresa brasileira arriscou-se a abrir o capital na Bolsa de Valores de São Paulo, a rede varejista Magazine Luiza, nascida em Franca foi o grande destaque à frente de grandes empresas que tiveram valorização em suas ações em 2016.
O Magazine Luiza como é tradicionalmente conhecido em Franca foi o grande destaque, cuja valorização de ações no Ibovespa – Índice da Bolsa de Valores de São Paulo alcançou mais de 400%.
Só para se ter uma ideia, desde o ponto mínimo em janeiro, o Ibovespa subiu 60%. Grandes empresas listadas na Bolsa, como Petrobras, Vale do Rio Doce e Via Varejo, tiveram valorização de mais de 100%, portanto bem abaixo do alcançado pela rede varejista francana.
O crescimento da rede Magazine Luiza e das grandes empresas são indicadores, segundo matéria publicada pela Revista Veja, do efeito positivo propiciado pela volta da normalidade na economia. Porém, ainda é pouco.
O jejum das ofertas públicas inicial de ações na Bolsa de Valores já é duradouro. Tanto em 2014 quanto em 2015, apenas uma empresa abriu capital. A
A última a fazê-lo foi a PAR Corretora, seguradora do grupo Caixa, em junho do ano passado.
É quase certo que o número se repetirá em 2016, com a abertura apenas do capital do grupo Alliar, dono de laboratórios como o Centro de Diagnósticos Brasil, que é a terceira maior empresa de medicina diagnóstica no País, atrás apenas do Dasa, controlador do Delboni Auriemo, e do Fleury.



