O Magazine Luiza foi um dos grandes destaques negativos em 2021. A ação derreteu tão rápido como subiu, regredindo para os patamares de preço de 2019. Até o momento, o papel continua uma gangorra na Bolsa, acumulando queda de 7,6% no ano.
Mesmo assim, o Goldman Sachs mantém o otimismo com a empresa para os próximos 12 meses. O banco revisou o preço-alvo de R$ 13 para R$ 12, potencial de alta de 94%, mas manteve a recomendação de compra, segundo uma notícia do portal Moneytimes.com.br.
“Apesar de improvável que os múltiplos retornem aos picos históricos, acreditamos que o pior já está incluído, após a reclassificação de uma média de cinco anos do EV/GMV (valor da firma sobre o valor bruto de mercadoria) de R$ 12 milhões”, argumenta.
O banco também explica que, nesse patamar, a ação oferece uma entrada potencialmente atraente, que aponta para um ganho de participação natural dentro de um mercado de mobiliário doméstico muito fragmentado.




