
A maioria do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira, 12, não reconhecer o ensino domiciliar de crianças, conhecido como homeschooling.
Conforme o entendimento da maioria dos ministros, a Constituição prevê apenas o modelo de ensino público ou privado, cuja matricula é obrigatória, e não há lei que autorize o ensino domiciliar.
O julgamento começou na semana passada, quando o relator do caso, ministro Luís Roberto Barroso, votou a favor da possibilidade de pais ensinarem filhos em casa. Para ele, alguns preferem se responsabilizar pela educação de seus filhos diante das políticas públicas ineficazes na área de educação, dos resultados na qualidade no sistema de avaliação básica, além de convicções religiosas.




