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Mais 13.800 hectares de florestas destruídos na Amazônia do Peru

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A denúncia da agência de notícias EFE foi confirmada pela entidade internacional Oxfan e agora através de nosso blog a informação chega ao movimento ecológico. A organização não governamental Oxfan, uma das mais antigas e respeitadas do planeta, hoje congrega cerca de 20 outras entidades em 94 países, de ação humanitária, cidadania e justiça social, inclusive, socioambiental. Pois bem, a Oxfan confirmou à agência de noticias internacionais da Espanha, a EFE, que, aproximadamente, 13.800 hectares de floresta amazônica peruana já foram derrubados em pouco mais de dois anos por empresas americanas dedicadas ao cultivo de dendezeiro e cacau, um agroempreendimento norteamericano que começou na Amazônia em 2013. Uma notícia recente dava conta que o ator, vencedor doOscar 2016, Leonardo DiCaprio pediu através da mídia mundial que parasse o vazamento de petróleo em outra área de reserva peruana, entre os Andes e o Amazonas, por má gestão da empresa PetroPeru. Agora, a Amazônia dentro do território peruano volta ao noticiário para um outro problema ecológico. Em entrevista coletiva em Lima, a organização indicou que as áreas desmatadas por este grupo empresarial  dos States se localizam nas regiões de Loreto e Ucayali, no nordeste e no leste do país, segundo um levantamento local feito pelo jornal Convoca. De acordo com a Oxfan, o conglomerado reúne 16 empresas ativas que seguem operando em território peruano, apesar de o Ministério da Agricultura e Irrigação ter aprovado três resoluções para impedir seus trabalhos já entre 2014 e 2015 pelos mesmos problemas de desmatamentos de grande monta. O levantamento foi apresentado pela jornalista que liderou a investigação, Milagros Salazar; lado a lado com a adjunta para Meio Ambiente, Serviços Públicos e Povos Indígenas da Defensoria Pública, Alicia Abanto, e um coletivo de líderes indígenas que afirma ter sido enganado pelas empresas do Grupo Melka. De acordo com a repórter Milagros, tanto este atual conglomerado empresarial quanto seu fundador, o americano Dennis Melka, já tinham sido denunciados antes e já vinham sendo investigados pela Promotoria do Peru por supostos crimes ambientais na Amazônia. A grande mídia mantém silêncio sobre estes fatos, mas sites de notícias como o Terra e os blogs de ecologia e de cidadania não podemos nos calar diante de mais esta agressão à natureza da Amazônia, mesmo porque com a tecnologia atual existem formas sustentáveis de cultivo do dendê e do cacau, sem a necessidade de devastação de áreas tão grandes, como este 13.800 hectares de florestas nativas nas regiões de Loreto e de Ucayali, onde além das reservas naturais, sobrevivem também algumas comunidades, em sua maioria, povos indígenas, agora tendo como manifestar o seu protesto pela situação que vêm sofrendo há 3 anos.


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Parte da área de 13.800 hectares de florestas nativas na Amazônia do Peru…
…já devastadas pela agroempresa americana do Grupo Melka
Esta embarcação levou a repórter Milagros Salazar ao desmatamento        

Amanhã aqui neste microblog mais informações para você, esteja você onde estiver, paz, Padinha! 

Cesar Colleti

O que acontece e como acontece em Franca e região