Com o poder de compra comprometido, as pessoas consomem menos serviços, como cabeleireiro, por exemplo.
O setor de serviços, o mais prejudicado pela pandemia, dava ligeiros sinais de recuperação com o avanço da vacinação e reabertura da economia.
Mas o alívio durou pouco. As receitas do setor caíram 1,2% em outubro em relação a setembro, emendando dois meses de taxas negativas.
Esse resultado veio pior que o esperado pelo mercado, que estimava que serviços ficariam estáveis – na pior das hipóteses, haveria uma queda de 0,5%. A informação é do portal 6 Minutos.
“Indústria e comércio já desenhavam esse cenário de desaceleração. O resultado pior que o esperado mostra uma desaceleração também em serviços”, afirma Rodolpho Tobler, economista do Ibre-FGV (Instituto Brasileiro de Economia da FGV).




