Em seu último discurso como presidente da Câmara dos Vereadores, Marco Garcia (PPS) soltou o verbo e avaliou publicamente o que pensa do prefeito Gilson de Souza (DEM) e de seu governo, que ele qualificou, ironicamente, de “desgoverno”.
Marco também rebateu críticas e acusações do líder informal do prefeito, vereador Corrêa Neves Júnior (PSD), de que fez manobras para não realizar a sessão extraordinária da última quarta-feira.
“Eu não tenho rádio e nem jornal para me defender, então vou usar este espaço. Em momento algum usei de manobras. Sempre agi com amparo na lei e no Regimento Interno. Não posso pagar pelos erros do Executivo. Tenho dever de fiscalizar a não sou obrigado a compactuar com as trapalhadas do prefeito”, afirmou Marco.
Para justificar a espera para marcar a sessão, o presidente da Câmara afirmou que não havia como fazer a marcação porque havia erros técnicos nos projetos de Gilson. “Os projetos foram protocolados sem o impacto financeiro. Quando regularizaram, não havia mais tempo para convocar para o último sábado. Recebi a notícia pela Udecif que o projeto não cumpria com a exigência da audiência pública, de convocação antecipada de 48 horas, e eu fiz o certo. É atrapalhada em cima de atrapalhada do Executivo”.




