
O ministro da Educação, Milton Ribeiro, deve recuar e revogar a portaria que determinava o retorno das aulas presenciais em universidades federais e particulares a partir de 4 de janeiro.
O recuo, ainda não oficial, veio depois de dirigentes das universidades dizerem que a medida é inconstitucional e que não há tempo hábil ou recurso para o retorno presencial na data estabelecida.
A reportagem confirmou com fontes do ministério o recuo e ainda que Ribeiro deve, após ter resistido homologar a resolução do CNE (Conselho Nacional de Educação) que estende a autorização das aulas remotas até o fim de 2021.




