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MEDICAÇÃO QUE PREVINE DOENÇAS CAUSADAS PELO AEDES AEGYPTI

Fórmula do médico Renan Marino prova ser a melhor alternativa, ainda desprezada pelas autoridades

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A vacina da Zika já tem hoje 15 laboratórios internacionais envolvidos na pesquisa e na disputa, segundo a OMS e por outro lado, a Homeopatia já criou, no interior do Brasil, um remédio de prevenção de todas as doenças causadas pelo Aedes aegypti mas autoridades políticas não dão atenção a esta alternativa que vem comprovando a sua eficiência e que mostra mais uma vez a força dos pesquisadores brasileiros e o valor da terapia homeopática

A medicação homeopática desenvolvida no Brasil provou ser a melhor alternativa de prevenção

O médico homeopata e professor da Faculdade de Medicina de Rio Preto, Renan Marino é o criador da fórmula do único medicamento eficaz para dengue aprovado pelaAnvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Há quase uma década, em diferentes estados brasileiros, vem se desenvolvendo experiências bem-sucedidas na prevenção e tratamento em especial da Dengue com o remédio desenvolvido pelo Dr. Marino. “Não se trata de uma vacina, mas um medicamento homeopático que tem a função de atenuar o quadro da doença”, esclarece o médico, que apresentou a fórmula pela primeira vez em um trabalho de mestrado e pioneiro ainda em 2003. Há 13 anos aHomeopatia brasileira criou um remédio preventivo e ele não tem sido estranhamente usado nem divulgado nem pela Saúde Pública nem pela grande mídia do país. Será que isso reflete a força do lobby dos grandes laboratórios internacionais interessados na criação e mais ainda na comercialização da vacina contra doenças como a Zika e a Dengue?…

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Há um aumento do número de doentes mas se despreza a alternativa eficiente da Homeopatia

corrida do ouro segundo informações da OMS

A corrida para a criação de uma vacina contra o vírus da Zika já tem no páreo 15 laboratórios privados e de instituições públicas, afirmou agora a Organização Mundial da Saúde, que diz ver os esforços de pesquisa e desenvolvimento no combate à doença “caminhando muito rápido”. (Rápido por força de expressão, serão necessários pelo menos 18 meses para a concretização da vacina)… Pelo que informa hoje a diretora-geral assistente da entidade, Marie-Paule Kieny, os imunizantes em estágio mais avançado de desenvolvimento são uma vacina de DNA desenvolvida pelos NIH(Instituto Nacionais de Saúde dos EUA) e uma vacina de vírus inativado produzida pela empresa indiana Bharat Biotech.  Essas vacinas podem conseguir iniciar testes em humanos dentro de um ano e meio, se não ocorrerem imprevistos durante os estágios iniciais de desenvolvimento, afirmou Kieny. Segundo a médica, dez empresas do mundo já estão fornecendo testes de diagnósticos genéticos ou de anticorpos para a Zika, sem especificar qual é o tipo de exame mais difundido. Outras dez empresas ainda desenvolvem outros produtos comerciais. Nenhum teste para a Zika, porém, foi validado de maneira independente nem aprovado por agências regulatórias. Os exames realizados até agora são todos feitos por entidades governamentais. Testes para distribuição em larga escala precisam estar prontos “dentro de semanas e não em anos”, comentou porém Kieny. A médica da OMS da ONU afirmou também que dois dos novos métodos para combate ao Aedes aegypti parecem promissores: o uso da bactéria Wolbachia, que enfraquece o inseto, e o uso de mosquitos transgênicos estéreis, que diminuem a população do inseto. A doutora Keiny afirma que, para produtos que atingem “um estágio avançado de testes”, a OMS pode adotar um trâmite especial para recomendar o uso experimental da técnica, tendo em visto o avanço enorme deste problema de saúde pública. A diretora-geral assistente afirmou também que espera ver dentro de algumas semanas estudos que comecem a explicar qual é o mecanismo biológico por trás dos casos de bebês nascidos com Microcefalia após suas mães terem sido infectadas por Zika, depois de picadas pelo mosquito Aedes aegypti.

Remédio homeopático criado por médico brasileiro atenua quadro da doença e a sua incidência, já começa a ser utilizado em diversas cidades do país 

 

A Homeopatia descobriu uma solução sustentável e preventiva com sua terapia sem efeitos colaterais

Há hoje um  aumento de 240% em relação ao número de casos e também nos casos de morte provocados neste ano por doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Há quem diga, porém, que o óbito decorrente da dengue seja “imoral”. É a opinião do médico homeopata e professor da Faculdade de Medicina da USP de Rio Preto, Renan Marino, criador da fórmula do único medicamento para dengue aprovado pela Anvisa(Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Este medicamento, se estivesse sendo utilizado intensamente diminuiria muito o número de pacientes e de mortos, não só de Dengue. Há quase uma década, diferentes estados brasileiros desenvolvem experiências bem-sucedidas na prevenção e tratamento da Dengue com o remédio desenvolvido pelo doutor Marino. “Não se trata de uma vacina, mas um medicamento homeopático, que tem a função de atenuar o quadro da doença”, esclarece o médico, que apresentou a fórmula pela primeira vez em um trabalho de mestrado ainda em 2003. O medicamento é composto de três componentes: eupatório (Eupatorium perfolatium), planta medicinal com ação analgésica que age nas dores no corpo típicas da dengue; fósforo, mineral que protege as funções hepáticas normalmente comprometidas pelo vírus, além de reduzir náuseas e vômitos; e um preparado do veneno de uma espécie de cascavel (Crotalus horridus), que tem forte ação anti-hemorrágica. A patente do remédio foi cedida por Marino a um laboratório farmacêutico, que o comercializa com o nome de Proden. Marino conta que esta é a primeira e única medicação já aprovada pela Anvisa para o tratamento da Dengue. “Só tivemos a aprovação há 8 anos, depois de a fórmula ter sido testada no Laboratório de Pesquisa de Fármacos da Universidade Federal do Amapá, demonstrando que os ratos submetidos ao complexo homeopático apresentaram uma elevação do número de plaquetas de 200.000/ml para 600.000/ml’. A fórmula também pode ser manipulada em farmácias homeopáticas e tem dosagens diferentes para prevenção e tratamento da dengue. Segundo doutor Marino, para prevenção, devem ser tomadas cinco gotas do remédio, uma vez por semana, durante o período que durar a epidemia. No caso do tratamento, a orientação é que sejam tomadas cinco gotas, quatro vezes ao dia, por 10 dias consecutivos.

O tratamento no Brasil precisa mudar já

Milhares de pessoas tomam esse medicamento semanalmente durante todo o período de epidemia há muitos anos. Em 2006, com a criação da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), pelo Ministério da Saúde, o medicamento passou a ser usado no município inteiro de Rio Preto, em São Paulo, com o apoio do secretário local de saúde. Hoje o tratamento não faz mais parte do programa oficial da secretaria do município porque as gestões seguintes alegaram que a terapia preventiva poderia confundir a população e que as pessoas deixariam de prestar atenção aos criadouros do mosquito. Desde então, outras experiências têm sido feitas no país com este medicamento homeopático. A cidade de Macaé, no Rio de Janeiro, foi palco da mais significativa ação registrada com a fórmula no país, com a distribuição gratuita de 156 mil doses preventivas do remédio para a população, entre abril e maio de 2007. A incidência da doença no primeiro trimestre de 2008 caiu 93% em comparação com o período correspondente no ano anterior, enquanto no resto do Estado do Rio de Janeiro houve um aumento de 128% dos casos. “Estes testes reais são um fato, são válidos e deveriam ser levados em conta pela a OMS que pode adotar um trâmite especial para recomendar o uso experimental pelo menos do medicamento homeopaio, tendo em visto o avanço enorme do problema de saúde pública com a Dengue, a Zika e todas estas doenças”, é o que argumenta por aqui no blog da ecologia e da cidadania Folha Verde News o nosso editor, o repórter e ecologista Antônio de Pádua Silva Padinha, divulgando estas informações para mudar esta situação de desprezo oficial, por parte da autoridades e da mídia, a uma solução brasileira e sustentável da Homeopatia.
Ele cita, para exemplificar que em 2013, em meio a pior epidemia de dengue da história do estado de Goiás, 25 municípios apostaram no medicamento homeopático para prevenção da doença. Neles, foi registrada uma queda de até 65% nos registros de novas infecções em comparação ao ano anterior. Os resultados da ação, liderada pela Secretaria Estadual de Saúde, levaram outros 75 municípios a aderir à campanha no ano passado.Agora em 2016 há expectativa de que aumente o uso deste medicamento preventivo, que além do mais é econômico e não causa efeitos colaterais nem sequela nenhuma nos pacientes, algo que é uma das melhores características da própria Homeopatia. Por outro lado, dentro da Alopatia, remédios químicos, o tradicional analgésico paracetamol vinha sendo a única droga recomendada pelo Ministério da Saúde para tratamento dos sintomas da dengue até 2001, quando, em razão do aumento de graves lesões hepáticas em casos de dengue tratados com o fármaco, decidiu-se por acrescentar também a dipirona como opção.

Para o médico homeopata Renan Marino, causa estranheza a indicação hegemônica por tantos anos do paracetamol na dengue mesmo com a ausência de estudos que mostrem a viabilidade e a segurança dessa orientação. “Hoje sabemos que o principal órgão afetado na dengue é o fígado. É um total contrassenso usar o paracetamol, medicação altamente tóxica para o fígado, quando já temos uma alternativa muito melhor”.

O médico tem uma opinião contundente a respeito da mortalidade na Dengue. Para ele, não procede a teoria segundo a qual os casos graves e hemorrágicos ocorreriam em indivíduos com histórico anterior de Dengue por um dos quatro sorotipos conhecidos. “O que faz a diferença na Dengue é tão somente tomar ou não tomar paracetamol. Nada mais. Como orientação geral, sugere-se o consumo de grandes quantidades de líquidos para garantir a hidratação, repouso, alimentação leve e tomar apenas dipirona para ajudar no controle da febre e dores”, recomenda, enquanto continua indo à luta pela implantação do medicamento homeopático, que previne as doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti. O Brasil e a Organização Mundial da Saúde (OMS) precisam acordar para esta realidade urgentemente.

Amanhã aqui neste microblog de Ecologia mais informação e para você onde quer que você esteja, muita paz, Padinha!

Cesar Colleti

O que acontece e como acontece em Franca e região