Segundo a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa), 70% de todos os remédios consumidos no Brasil são genéricos. Apesar da popularização da categoria, o próprio órgão regulador alerta que nem sempre é possível fazer a substituição de um medicamento pelo genérico.
Para garantir um tratamento correto, os pacientes devem seguir a orientação médica. Saber as diferenças entre fármacos genéricos, originais ou de referência e os similares também ajuda a evitar confusões na hora da compra.
De acordo com o Conselho Regional de Farmácia do Mato Grosso do Sul (CRF-MS), os medicamentos originais, também chamados de referência, são os primeiros a serem lançados no mercado e carregam um determinado ingrediente farmacêutico ativo (IFA). Na embalagem do produto constam o princípio ativo e o nome fantasia criado pelo fabricante.
Medicamento de referência




