A chamada resiliência hídrica é desafio a ser enfrentado em todos os níveis – federal, estadual e municipal – e considerando os dois extremos (estiagens severas e chuvas intensas). Não há iniciativa isolada, nem solução da noite para o dia.
“O Estado de SP está na direção certa ao trabalhar com planos bem estruturados que consideram ações integradas de curto, médio e longo prazo”, diz Natália Resende, secretária de Estado de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística de São Paulo.
“Trabalhamos de forma ininterrupta no maior programa de resiliência hídrica da história, com mais de R$ 3 bilhões de investimento em desassoreamento, obras de barragens e sistemas adutores, perfuração cuidadosa de poços, construção e manutenção de piscinões, reservatórios e sistemas de macrodrenagem”, diz.
Segundo a Secretária, “também criamos a SP Águas, agência reguladora estadual de recursos hídricos, que já está atuando na gestão e fiscalização do uso da água de forma estratégica, considerando as especificidades de cada região hidrográfica, bacias e unidades de gerenciamento de recursos hídricos”.




