Especialistas garantem que mudança defendida pelo governo federal não vai refletir no que é cobrado na bomba – Foto: Arquivo/Jornal da Franca
A proposta de mudança no sistema de cobrança do ICMS sobre combustíveis enfrenta oposição dos estados e, segundo analistas, não traria impactos de curto prazo sobre os preços nos postos.
Para o mercado, a tendência é que gasolina e diesel continuem pressionados durante o ano, diante da recuperação das cotações do petróleo. As informações são do repórter Nicola Pamplona.
A ideia, anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro nesta sexta-feira (5), como uma resposta à insatisfação dos caminhoneiros, não é nova: o próprio presidente já havia defendido as mudanças há um ano, quando as cotações do petróleo dispararam após o assassinato do general iraniano Qasem Soleimani.
Também vem sendo defendida pelo setor de combustíveis há anos, sob o argumento de que reduz os riscos de fraudes e garante maior previsibilidade aos preços.





