Uma pesquisa realizada com profissionais da saúde do estado de São Paulo mostra que mais da metade deles já foi agredida enquanto trabalhava, informou o SP2 desta quinta-feira (14).
No estudo “Violência não resolve – sondagem com médicos e profissionais de enfermagem”, o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) e o Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP) entrevistaram 5.658 profissionais do estado entre os meses de janeiro e fevereiro de 2017.
O presidente do CREMESP é o médico francano e ex-vereador da cidade, Lavínio Nilton Camarim (foto).
A pesquisa revela que 59,7% dos médicos relatou ter sofrido violência no trabalho mais de uma vez, enquanto entre os enfermeiros o índice foi de 54,7%.




