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Meteorologistas se preocupam com temporais no fim de ano

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​2015 foi bastante chuvoso na primavera e o verão de 2016 terá mais tempestades e raios no sul e no sudeste do Brasil. A previsão é que nestas duas regiões, os temporais aumentem em 20%. É o que apontou pesquisa meteorológica divulgada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), a causa está sendo agora o fenômeno El Niño, aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico. Quando a temperatura dos oceanos fica maior, muita água evapora, as nuvens que se formam, se deslocam e provocam mais chuva nestas regiões. Por sua vez, o instituto Climatempo nos informa através da meteorologista Josélia Pegorim que todo o país termina a primavera sentindo mais é calor. No sul, a temperatura diminuiu no final da primavera e nesse último fim da semana de 2015 por causa do excesso de nuvens e da chuvarada. Uma frente fria avançou sobre o sul e passou neste domingo entre o litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro.  Mas será que o tempo vai refrescar no sudeste até o Natal? Vai ter frente fria no Ano Novo?

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Periga haver temporais mas o bom é que pode não se repetirá a seca de 2014

As duas pesquisas velam em consideração os dados registrados na história da meteorologia no Brasil a partir de 1950. Neste ano o El Niño deve durar até o fim do verão de 2016 e ser o terceiro mais forte dos últimos 65 anos, somente menos intenso do que elefoi em 1983 e 1998. Agora, este fenômeno natural e oceânico tem sido o responsável também por algumas tempestades intensas e concentradas somente no sul do país. Mas no caso de um maior fortalecimento  do El Niño, o que pode ocorrer agora, essas chuvas mais fortes sobem mais através  do país e também  poderão atingir o sudeste e parte do centro-oeste, principalmente o Mato Grosso do Sul. A presença de fortes áreas de baixa pressão atmosférica sobre  o norte da Argentina e o Paraguai ali continua sendo um motivo de preocupação para os últimos dias de 2015, pois funcionam como uma fábrica de temporais que vão mais especialmente para o sul do Brasil. Além disso, no fim do ano, há a tendência de baixa pressão mais próximo do litoral entre Santa Catarina e São Paulo, o que é também muito preocupante e poderá até vir a causar instabilidades muito intensas.

“O El Niño de grande densidade é que modifica a circulação da atmosfera como um todo. Isso muda o padrão de movimentação no ar e muda também o perigo de tempestades”, comentou Osmar Pinto, coordenador do Grupo de Eletricidade Atmosférica  (Elat) do Inpe.

As tempestades com raios já aumentaram na região sudeste. Nos últimos 3 meses foram registradas 480 mil descargas elétricas. Aumento de 54% em relação  a este mesmo período do 2014.

NOSSA OPINIÃO – Mesmo com raios, trovões, relâmpagos ou pancadas fortes e até temporais ou tempestades, o lado bom deste status do tempo neste final do ano no Brasil é que  tudo indica não se repetirá uma seca tão intensa com a de 2014 sofrida por aqui nas regiões do sudeste brasileiro, onde ela foi, numa palavra, nordestina.


Por aqui no sudeste a tendência são pancadas tipo chuvas de verão

mas elas podem se transformar em temporais e em inundações

Da Bahia para cima a seca nordestina ainda predomina em muitos pontos


Amanhã, aqui neste novo webespaço Jornal da Franca mais um Flash de Ecologia, mais um microblog na aventura da vida daqui da cidade, da região, do país, do planeta, um post a cada dia, onde quer que você esteja,
paz aí, Padinha.


Cesar Colleti

O que acontece e como acontece em Franca e região