
Pesquisadores do ICB-USP (Instituto de Ciências Biomédicas da USP) mostraram que é possível usar um método mais simples e barato, que não depende de reagentes importados, para detectar de modo confiável a presença de material genético do novo coronavírus no organismo humano.
Com resultados similares aos do teste mais complexo, hoje considerado o “padrão-ouro”, a adaptação proposta por Edison Luiz Durigon e seus colegas do poderia ser empregada com facilidade em universidades e laboratórios em cidades médias, o que facilitaria a ampliação da testagem da doença no Brasil.
“A gente percebeu que era preciso dar um passo atrás e fazer algo mais simples, condizente com a realidade do país”, explicou Durigon à Folha. “Mostrar que é possível seguir esse caminho sem perder confiabilidade nos resultados pode ajudar não só o Brasil como também outros países da América Latina ou da África, que têm limitações semelhantes às nossas.”




