Meninas adolescentes
são duas vezes mais propensas que os meninos a apresentar sintomas de depressão
em conexão ao uso das redes sociais, segundo estudo do University College
London (UCL) divulgado em Londres. Ativistas pediram ao governo britânico que
reconheça o risco de páginas como Facebook,
Twitter e
Instagram
para a saúde mental dos jovens.
Uma em cada quatro meninas analisadas apresentou sinais
clinicamente relevantes de depressão, enquanto o mesmo ocorreu com apenas 11%
dos garotos, segundo o estudo.
Os pesquisadores
constaram que a taxa de depressão mais elevada é devido ao assédio online, ao
sono precário e a baixa autoestima, acentuada pelo tempo nas mídias sociais.
O estudo analisou
dados de quase 11 mil jovens no Reino Unido. Os pesquisadores descobriram que
garotas de 14 anos representam o agrupamento de usuários mais incisivos das
mídias sociais – dois quintos delas as usam por mais de três horas diárias, em
comparação com um quinto dos garotos.




