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Mobilização contra o Aedes aegypti diminui casos de dengue em SP

Investimentos do Estado e ações nos municípios fazem os índices da doença diminuírem este ano para apenas 3%

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Na última sexta-feira, 08 de dezembro, foi o Dia Nacional de Mobilização contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. A partir de então,  Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo intensifica as ações de mobilização em todos os municípios do Estado no intuito de combater os focos e proliferação do mosquito como forma de combater e prevenir a doença.

As ações, que ocorrem em todo o Estado, terá visitação em escolas, residências e áreas públicas, com a participação de agentes e população. A boa notícia é que as iniciativas adotadas pelo Governo do Estado, com a parceria de prefeituras e sociedade civil, vêm contribuindo para diminuir o número de casos de doenças decorrentes dos vírus transmitidos pelo Aedes aegypti.

A Secretaria de Estado da Saúde investiu cerca de R$ 120 milhões em ações de prevenção, vigilância e conscientização. No último trimestre, foram mobilizados mais de 20 mil servidores públicos em 475 municípios.

Como resultado, os casos de dengue registrados até outubro de 2017 representam apenas 3% dos que foram verificados no ano anterior. Este ano, foram confirmados 4.726 casos e cinco óbitos, ao passo que em 2016 aconteceram 162.497 casos. Se comparados com os números de 2015, este ano os dados correspondem a 0,7% do total daquele ano, quando aconteceram 678.031 casos.

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No caso da chikungunya, em 2017 foram registrados 463 casos, contra 1.100 em 2016, e 86 casos confirmados de Zika virus contra 4.032, no ano passado.

O Estado de São Paulo faz levantamentos periódicos nos municípios para avaliação  da situação em relação a infestação do mosquito. A sistematização dos dados baseados em parâmetros do Liras (Levantamento rápido de índices para Aedes aegypti) são apurados pela Superintendência de Controle de Endemias (Sucen), autarquia ligada à Secretaria de Estado.

Em outubro deste ano, 604 municípios, ou 93,6% do total, promoveram o levantamento. Os dados, revelam que 500 cidades do Estado estão em situação satisfatória, 96 em estado de alerta e 6 em situação de risco (Ribeirão Preto, Araçatuba. Guarujá, Jandira, Peruíbe e Jaboticabal).

Mas não é porque os números de casos estão diminuindo que se deve baixar a guarda. Faça a sua parte, verifique vasos e caixas d’água, não deixe água parada na sua residência.

Cesar Colleti

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