O molde de silicone para fraudar o sistema de controle biométrico nas aulas é um dos mais usados contra o Detran.SP
Desde 2019, o Detran.SP já registrou irregularidades em 261 CFCs do Estado de São Paulo.
Nos casos mais recorrentes, os alunos vão à autoescola para colher a digital no começo da aula e só retornam perto do horário previsto para encerramento da mesma.
Há também situações em que os supostos estelionatários utilizam um molde de silicone para fraudar o sistema de controle biométrico do Detran.SP na abertura e fechamento de aulas, sem a necessidade da presença do aluno.
“O Detran.SP atua com cada vez mais rigor para que situações como estas não se repitam. É nosso papel fiscalizar qualquer indício de fraude ou irregularidade”, destaca o presidente do Detran.SP, Neto Mascellani.




