Um amigo disse que estou escrevendo textos políticos demasiadamente em minhas redes sociais. “De cada 10 textos, oito são de cunho político. Antes eram três ou quatro”, disse-me.
Antes de qualquer coisa, sou um ser social e um Zoon Politikon (Animal Político), uma expressão utilizada pelo filósofo grego Aristóteles. Sou um ser político na medida em que me realizo plenamente no âmbito da sociedade. Numa sociedade em que esta precede o indivíduo, ou seja, onde o todo deve, necessariamente, ser posto antes da parte. Para Aristóteles, um homem incapaz de “viver em sociedade” ou alheio ao Estado é um “bruto ou uma divindade”.
Por que aumentei a quantidade (e qualidade crítica) dos meus textos de caráter político? Porque estamos passando por um momento histórico no Brasil. Para mim, os tempos hoje são tão importante como o fim da ditadura ou o movimento pelas eleições diretas. A esperança de gente que já tinha desistido da política voltou. Há fios de esperanças traçando uma rede em favor de que se passe a limpo o BRASIL.




