A Proteste recebeu a informação que o Ministério Público do Estado de São Paulo instaurou um inquérito civil contra a marca Lisboa com base na denúncia feita pelo órgão – Associação de Consumidores – no seu teste com azeites, em março deste ano.
Segundo o teste realizado pela Associação, a marca Lisboa foi considerada fraudada, ou seja, foi comprovada a adição de outros óleos de sementes oleaginosas ao produto, o que não é permitido por lei. Além disso, a análise sensorial mostrou que se tratava de um azeite lampante – tipo de azeite que não deve ser usado na alimentação. E, sendo assim, foi reprovada pela PROTESTE, bem como as marcas Tradição, Torre de Quintela, Pramesa e Figueira da Foz, que apresentaram o mesmo problema da fraude.
Na última semana também foi instaurado um inquérito civil, com base no teste da PROTESTE, contra a marca de azeite Figueira da Foz.




