O Ministério Público Eleitoral em São Paulo vai fiscalizar se os partidos políticos estão usando o dinheiro do fundo partidário para financiar campanhas de mulheres. A fiscalização acontece para evitar que os partidos tentem contornar a lei.
O Brasil é o país da América Latina com a menor presença de mulheres no parlamento. O Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tentam mudar o índice.
Para a eleição deste ano há a regra da proporcionalidade. Se um partido tem 100 candidatos a deputado estadual e 42 são mulheres, a sigla deve destinar 42% do fundo partidário para essas campanhas.
Os partidos não podem descontar desse valor o que gastarem em campanhas de mulheres para cargos majoritários, como governador ou vice.




