Pessoas que sofrem com enxaqueca com aura correm risco 3 vezes maior de sofrer um AVC – foto Arquivo
Num sábado pela manhã, logo após tomar uma xícara de café, o engenheiro Alexandre Godoi, de 58 anos, achou que começaria o fim de semana com mais uma crise forte de enxaqueca desencadeada pela cafeína.
Ele, que não tinha nenhuma outra doença prévia e sofre de enxaqueca crônica com aura há anos, percebeu a visão começar a ofuscar (um sinal clássico da aura) e sentiu a dor na cabeça.
Como de costume, decidiu tomar um analgésico e deitar num ambiente escuro para esperar a crise cessar.




