O ato sexual libera hormônios que provocam bem-estar, regulam a pressão arterial e até fortalecem o coração (Foto Arquivo)
Parece exagero, mas a ciência garante que não é. Um estudo recente publicado no Journal of Psychosexual Health revelou uma descoberta curiosa: mulheres com pouca atividade sexual têm maior risco de mortalidade.
Isso mesmo, segundo a pesquisa, quanto menor a frequência sexual, menor também tende a ser a expectativa de vida feminina.
“O ato sexual libera hormônios que provocam bem-estar, regulam a pressão arterial e até fortalecem o coração”, explica o médico clínico e cirurgião geral Marcelo Bechara.




