
Até meados de 1900, as mulheres eram desconsideradas dos Censos educacionais.
“Embora o Brasil já dispusesse de ensino superior desde 1808, somente a partir de 1879, o ingresso feminino nas graduações foi permitido”, explica a professora Nailda Marinho, fundadora da Sociedade Brasileira de História da Educação.
Uma década mais tarde, a médica Rita Lobato Lopes se tornaria a primeira brasileira a se formar no país. A partir daí, o caminho trilhado pelas mulheres rumo à universidade foi longo, mas sem volta.




